sexta-feira, 1 de junho de 2018

A Majestade pede Socorro!


Símbolo da transição entre o Império e a República no Ingá, o açude do Zabelê foi construído com o intuito de amenizar os efeitos da seca e acalmar a sede e a fome do povo do Ingaense.
AÇUDE DO ZABELÊ. FOTO: ALEXANDRE FERREIRA

Nesse palco de transição de poder e disputas políticas encontrava-se o povo pobre, faminto e alienado, de um lado. E do outro, beatos e coronéis manipulando a massa de ignorantes como instrumentos de preservação de suas conquistas e de seus lugares de poder.
FOTO: ALEXANDRE FERREIRA 

Construído, o Zabelê significou fartura. As suas águas de fato não mataram a sede do povo, mas em contrapartida amenizou a fome de muita gente e deu de beber a muito gado  de coronel.
Hoje, quase biCENTENÁRIO, o Zabelê como tudo aquilo que simboliza ou representa a nossa história, suspira e geme doente.... No entanto mesmo se arrastando capenga, ainda encontra forças para alimentar a sua gente!
FOTO: ALEXANDRE ERREIRA

O assoreamento do Açude do Zabelê é uma realidade. A destruição de sua vegetação ciliar é outra realidade criminosa que muitos se fingem de cego para não ver!
FOTO: ALEXANDRE FERREIRA

Até quando vamos fechar os olhos para aquilo que nos representa?
Até quando “os matutos” os desapegados da cultura, da história e do saber se fingiram de modernos para não fazer nada?



Um comentário:

  1. Infelizmente o atual governo não vê benefícios em revitalizar o zabelê, tipo assim pra eles não é lucro, infelizmente temos políticos ingaenses que pensam assim

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