domingo, 23 de julho de 2017

RETALHOS DA HISTÓRIA DE RIACHÃO DO BACAMARTE!

O Distrito de Riachão do Bacamarte vai surgi como cidade a partir da última década do século XX.
FOTO: PARAÍBA CRIATIVA

De acordo com informações do IBGE, o Riachão vai ser criado a partir da Lei Estadual, nº 5920, de 29-04-1994. Conforme essa Lei, o referido distrito passa a ser desmembrado de sua antiga sede, ou seja, do Ingá.
Ainda Conforme o IBGE, Em divisão territorial datada de 1-06-1995, o município de Riachão do Bacamarte é constituído do distrito sede. Pela lei estadual nº 6224, de 10-01-1996, o município de Riachão do Bacamarte passou denominar-se Assis Chateaubriand. Pela lei estadual nº 014, de 12-05-1997, o município de Assis Chateaubriand volta a denominar-se Riachão do Bacamarte.
FOTO: PARAÍBA CRIATIVA

As referências históricas sobre a existência do povoado de Riachão do Bacamarte vem desde o tempo do Império brasileiro, como nos mostra o Jornal O Governista Parahybano (1850; p.04)
Bacamarte. - Povoação pertencente ao município do Ingá, 5 legoas ao Nascente de Campina Grande, ou 27 ao poente da cidade da Parahyba. Esta povoação está sobre um ramo da serra que lhe deu o nome, e na estrada que desta província segue para Pernambuco. Seus habitantes soffrem falta d’agoa..

Trinta e nove  anos após a publicação desta reportagem pelo periódico paraibano, O governista, o governo da Estado da Paraíba, divulga em seu Almanak do Estado da Parahyba,( 1889 ) as características deste povoado, e a rápida evolução econômica e social que obteve em tão curto espaço de tempo:

Riachão do Bacamarte – Povoação situada a 2 leguas a O  fa Villa do Ingá em terreno de cerração banhado pelo rio Bacamarte. Tem: uma egreja, soba invocação de S. Sebastião; pequena feira de gêneros alimentícios; duas ruas com 69 casas e uma população de 480 almas.
Cultiva-se nessa povoação a indústria agrícola e pastoril. O valor de sua agricultura é de aproximadamente de 26:000$ e a da creação de12:000$000.
Existem dois estabelecimentos de descaroçar e enfardar algodão, pertencentes a Antonio Francisco do Rgo  e Joaquim Tito de Araujo.
Commercio

Molhados:
v    Felisardo Cavalcante do Rêgo;
v    Florencio Tito de Araujo;
v    Pedro Telles de Oliveira;
v    Antonio Virginio Guimarães;
v    Senador Cabral de Vasconcellos

Fazendeiros:
v    Brasilino Pereira L. Wanderley

Nós do Blog o Ingaense nos sentimos honrados por ter divido até algum tempo atrás a mesma história  de luta e sobrevivência com esse povo....com nossos irmãos!



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