terça-feira, 25 de julho de 2017

MARCOS OLIVEIRA EM: AS MEMÓRIAS DE UM JOVEM SENHOR SOBRE O TIME DOS SONHO - O INDUSTRIAL DO INGÁ

Bom! Nunca fui muito chegado a futebol, mas sempre gostei de história e da cultura que gira em torno de tudo aquilo que é construção humana, e principalmente é feito com amor. E, esta, como tantas outras histórias que o Ingaense vem relatando em suas matérias não seria diferente.
Falar do Industrial Esporte Clube do Ingá, que este ano completa 52, é lembrar das memórias, das vitorias e da história honrosa de um clube que nasceu do sonho de um grupo de jovens ingaenses que pretendiam dentre todas as adversidades tornarem-se ídolos, como eram ídolos seus, os craques da seleção.

Bom! Esta história quem vai nos contar é o senhor Marcos Antônio de Oliveira Silva, que concedeu a entrevista ao historiador Alexandre Ferreira em 25 de julho de 2013, e que hoje cede esta mesma entrevista ao Blog O Ingaense.
Marcos Antônio de Oliveira Silva: Meu nome é Marcos Antonio de Oliveira Silva, nasci no dia 08 de janeiro de 1951, aqui no Ingá, e estou pronto para suas perguntas que você quiser saber o pouco que eu sei sobre a História do Industrial.
MARCOS DE OLIVEIRA SILVA, COM 17 ANOS, JOGANDO PELO INDUSTRIAL

O Ingaense: Em relação a tua vivencia no Industrial, como é que começou o Industrial, qual a tua participação na formação do time, qual função o clube assumia e pra os desportistas do Ingá?
Marcos Antônio de Oliveira Silva: Praticamente esse Industrial teve sempre na minha vida, porque chegou um primo meu do Rio de janeiro pra vir morar no Ingá, ele era sapateiro e com a convivência dele com os sapateiros de Ingá, pensaram em fundar um time, e que este juntasse o nome de duas sapatarias, E surgiu esse nome de Industrial, através da indústria de sapatos. Porque naquela época não era totalmente uma indústria, mas eram duas fabricas de sapatos, pequenas fabricas de sapatos, onde naquela época empregava muitos jovens, senhores. E dali saiu a história, através desse senhor Valdecy, Zé Pequeno, Zenildo e outros mais, Milton Carneiro... esses jovens senhores da sociedade aqui do centro da cidade que nesse tempo só se falava mais do América, América... Era um time que tinha sede, campo de futebol e, nos sentíamos dificuldade naquela época de fundarmos um time por que chegava certo tempo eram barrados, porque não tinha lugar de treina.
FOTO ICÔNICA DO INDUSTRIAL ESPORTE CLUBE, REÚNE ALÉM DOS SEUS GRANDES ÍDOLOS, DOIS PREFEITOS: PAULO CÂNDIDO E MANOEL DA LENHA

O Ingaense: Fundou o América, fundou o Industrial e ai o Industrial não tinha um espaço para treinar e ai ele se utilizava do campo do America para treinar. E ai foi que começou a rivalidade? Que tipo de rivalidade existia entre os times?
Marcos Antônio de Oliveira Silva: A rivalidade era esportiva. Aonde vem o Industrial, passou a ter jogadores que o América desejava ter.
Houve a primeira partida do Industrial que tem na história do primeiro gol Zé Pequeno, onde o América ganhou de 3x1 lá no seu campo, que só tinha na época o campo do América , e depois passou a aparecer as dificuldades de se treinar. O América passou a dizer que não tinha horário disponível para o Industrial treinar. Passando a colocar dificuldade em emprestar o seu espaço para o novo time. Ai houve a segunda partida, eu não lembro bem se foi um empate ou se foi o Industrial que ganhou. Ai daí já veio à proibição de treinar. Depois disso, me lembro em, o Industrial sai daqui para treinar em Mogeiro.
Escalação do Time do INDUSTRIAL, no ano de 1975.
EM PÉ: Vando, Laércio de Luiz de Marcionila, Quito de Joca, Zé de Lia, Manezin Lucas, Mané Papagaio, Marco Antonio e Bola Sete.
AGACHADOS: Vadim de Mané Belo, Birino, Bibiu Zagalo, Zé Mago e Nilson de Ester

Com isso surgiu o pensamento de comprar um campo, mais você sabe, juntar dinheiro hoje é difícil, naquela época era completamente diferente. Mas mesmo assim juntou-se os senhores da... Milton sapateiro, um dos proprietários da Sapataria São Luiz, Edson Morais o proprietário de outra sapataria e outros senhores aqui do Ingá e passaram a pedir nas ruas, pedia a colaboração da comunidade. E quando juntaram uma certa quantia para comprar esse terreno que pertencia ao senhor Norberto onde é hoje o estádio do Industrial. E quando tava tudo certo houve uma polemica: política, adversários dificultaram a venda desse terreno e o senhor Norberto desistiu. Mas muitas pessoas que tinham intimidade com ele, conhecimento. Milton Sapateiro e outro mais. Conversou com ele dizendo que aquilo não tinha utilidade pra ele e ai o convenceu a vender o terreno, mas por outro preço. Ai já foi outra dificuldade para arrumar o resto do dinheiro. Ais saíram nas ruas e conseguiram.
Eu sei de que quando compraram esse campo, o terreno tinha mais seixos do que tudo na vida e os jogadores ... O campo era careca. Não tinha mato nenhum era só seixos. E ai quando inventaram de fazer o campo em si. Era uma ladeira que você olha de um lado do campo e não via a bola do outro. O goleiro que estava do lado do mercado, não via quase a bola que estava na outra trave. E começou os jogos, e o Industrial jogou com um time famoso de Campina Grande, o time Paulistano, depois do Treze Campinense era o Paulistano. E ai surgiram jogos e mais jogos e o Industrial passou a não depender mais de ninguém foi quando conseguiram o campo do Industrial.
O Ingaense: Conseguiram o terreno. Compraram de Norberto Trigueiro. Ai a estrutura era só o terreno?  O campo foi murado?
Marcos Antônio de Oliveira Silva: Que muro que nada, o muro era aveloz, era só aveloz. A bola às vezes ficava engalhada   tinha que pagar a um menino que ficava na encima engalhada no aveloz. O Ingá hoje é uma capital comparando aquela época. Ali ao lado do Industrial eram roças, agave, tinha um barreiro que naquela época, quando terminava o jogo a turma ia tomar banho naquele barreiro. Pra você chegar da Escola Abel até o Industrial era um corredor de Aveloz. Era uma cerquinha. Só tinha duas casinhas. Já existia o Sindicato e duas casas.
O Ingaense: A partir de que momento, o Industrial, o time, o campo foi se estruturando? A estrutura física, economicamente?
Marcos Antônio de Oliveira Silva: Ai sim! O Industrial foi crescendo de acordo com o que? O futebol foi criando nome e cada um querendo doar alguma coisa. Chegou a uma certa época que eu já não posso falar muito que eu fui ao Rio de janeiro, e chegou uma firma para fazer a BR e este trecho que liga o Hotel Cruzeiro ao Ingá. Eu não lembro o nome da empresa, mas nessa empresa tinha um jovem que trabalhava nessa firma e passou a jogar no Industrial. Através de contatos estabelecidos com esse jovem por meio de Milton Carneiro foi conseguiu o maquinário que foi uma das grandes melhorias para o Industrial. Você ver que têm uma altura muito grande ali atrás do Pet para chegar a Sede nova ali tem uma diferença muito grande de altura, o aterro foi grande.
No início os jogadores do Ingá, do Industrial pagavam para jogar. Antes de treinar, cada um tinha que pegar uma carroça, inchada, uma turma juntando seixos e outra turma com a carroça para jogar os seixos fora do campo. Todos esses que faziam este trabalho eram jogadores. A comunidade esportiva era que fazia tudo isso.


AMÉRICA E INDUSTRIAL. JOGO REALIZADO EM O4.09.1970.
Esse foi um dos jogos mais importante para a história do América e do industrial , cujo placar foi de 2x1 para o América. Gols de: Manezim Lucas de falta e Doca de Julho. Para o Industrial o gol foi de Tonho Pequeno de pênalti no final do primeiro tempo.
EM PÉ: Zenildo de Zé Rodrigues (pres. Do Industrial), Régio de João Avelino, Zezinho de Niceto, Zé Mago, João Batista, Biu Cagança, Silvinha, Chico Duro, Manezim de João Lucas, João Bolinha, Naldinho, Dércio de Belmiro, o Mudo (goleiro) e Maurino (pres. Do América).
AGACHADOS: Manoel Papagaio, Nilson de Ester, Gildo, Doca de Julho, Nêga Fêmea, Zeca de Petronila, Tonho Pequeno, Biu Galego, Bibiu Zagalo, Tonho do Fumo, e o árbitro Antonio de Nilo.


Ai o que é que acontece?  foi quando fizeram aquela entradazinha que tem hoje aquela primeira entrada (vestiário). Não era como é hoje. Era só uma casinha diferente que derrubaram e depois melhoraram. E foi quando foram fazer um pedacinho de muro. Ai foi quando começaram a melhorar as ruas. Ai eu já estava n Rio, mas...Hoje o Ingá não tem nome de futebol. A história do futebol esta quase apagada.  Naquela época o Industrial passou a ser um time famoso conhecido em Lagoa Grande, em Itabaiana. Itabaiana tinha dois times quase profissionais, respeitava o Industrial. O Industrial chegava a Lagoa Grande era respeitado. Ai passou o nome do Industrial sempre crescendo. Com o tempo inventaram aquela sede com um galpão grande que hoje é o clube que passou a ter um espaço social. Ainda mais quando fizeram aquilo fizeram com o intuído de toda renda beneficiar o esporte. Ai foi quando fizeram,.. que estava levantando a primeira parte do Industrial. Que o Industrial tem uma história muito bonita. Quando estavam fazendo a primeira parte daquele Clube caiu. Chegou quase a morrer gente ali encima. Machucou pessoas. Nessa época, que agente chama de Bola Sete, Fernando, irmão de Paulinho Araujo, era engenheiro tinha muito conhecimento e trouxe essa firma pra fazer aquilo ali. Mas pra fazer aquela sede tinha que ter dinheiro. Mas quem tinha dinheiro para montar uma estrutura daquela? Ninguém. Ai passou a vender títulos.
Pra trazer um time de fora nos pagavas. Vinha um time de Campina Grande, naquela época o time cobrava vinte Contos. Vinham times de Campina Grande, Lagoa Grande, Juarez Távora não tinha time para jogar contra o Industrial que só levava... Itatuba nem se fala. Mogeiro era uma polemica. Eram brigas e mais brigas.
Ai o Industrial foi crescendo. Passou a vender títulos, que até hoje eu tenho o meu título guardado ai. Nós passamos a comprar em parcelas de seis meses e juntou uma base de cento e poucos sócios proprietários... Aquelas pessoas que contribuíram para fundar o Industrial como Zé Pequeno, finado Miltinho... Os que ganharam títulos passaram a ser sócios beneméritos. Benemérito é aquele cara que contribuiu com ajuda, não é um proprietário.
O Industrial tem dois tipos de sócio: o Sócio contribuinte... O sócio benemérito que foi através de favores, através de ajudar, trabalhar pelo Industrial e têm os sócios proprietários, no caso eu e muitos mais, que compramos os títulos. Sendo que esses mesmos sócios que não compraram títulos têm a mesma participação de votar. O direito dele é o mesmo direito que eu tenho. Só que se um dia se venha a vender as ações do industrial esses sócios não têm direito.
Ali teve muito suor e sangue. Eu falo sangue não foi de briga não. Foi de pessoas levando topadas, foram de pessoas com calos nas mãos, carregando seixos, pessoas que compravam as chuteiras para jogar bola que naquela época não tinha...  Nossa bola, essa bola quer eu estou lhe mostrando aqui era feito por Seu Zé Pequeno, não era bola feita em fábrica, industrias de fora. Eram feitas aqui no Ingá por seu Zé Pequeno e Manoel Pequeno de Medeiros, nesse caso o ultimo era o baluarte do América, mas ele fazia bolas que vendia ao Industrial e ao América.
O Industrial conseguiu através de presidentes como Zenildo... Que o nome do estádio do Industrial não era esse que se encontra hoje era Estádio Professor Severino Rocha. Ai depois com a morte de Zenildo que foi um baluarte, Severino Rocha foi apenas uma pessoa que contribuiu para a compra do terreno, seria um crime não ter lembrado do nome de Zenildo. O Estádio hoje tem o nome de Zenildo Rodrigues. Apesar da mudança de nome do estádio, o nome do clube nunca mudou e permanece até hoje como Industrial Esporte Clube.
O Ingaense: Marcos, em sua opinião, pelo que você vivenciou dentro do Industrial, tua história de vida, as suas lembranças, a tua identidade como cidadão, uma boa parte está ligada, no geral ao Industrial. Na tua opinião por que o Industrial não chegou a se profissionalizar e aquele período áureo que você falou ai de amor, de paixão de querer fazer crescer, querer fazer acontecer. Porque o Industrial não chegou a se profissionalizar já que era um dos melhores times amadores do agreste e do Estado da Paraíba, vamos colocar assim?
Marcos Antônio de Oliveira Silva:: Mas, para poucos que tem o conhecimento o Industrial chegou a ser da segunda divisão da Liga Esportiva ele já estava sendo quase profissionalizado
O Ingaense: Por que não aconteceu essa profissionalização?
Marcos Antônio de Oliveira Silva:  No início desta entrevista eu disse a você que. Nós jogadores pagávamos para jogar quando tinha o primeiro e o segundo quadro - chamavam muito o segundo quadro “de esfria sol”, que começava a Jogar bola de uma hora da tarde. E pra começar de uma hora da tarde pagávamos pra jogar...
E Dem, como presidente tentou o máximo. O Industrial era representado em toda a Paraíba, com roupão de profissional, com bolsas... O Industrial quando saia de campo parecia um time profissional. Já foi Campeão da Copa de Campina Grande, Copa Borborema...  na história do Industrial Marcos Antonio, irmão de Batista que jogou no Botafogo de João Pessoa. Nós temos Israel que jogou no Botafogo, Campinense, Treze, chegou até jogar na Grécia. Quer dizer, essas são sementes do Industrial.
Teve... Um nome que é até engraçado “Nega Feme”, irmão de Chico Duro, esse menino chegou a fazer teste no Vasco. Foi que infelizmente no momento deu um tremedor nele lá... Não estava preparado para o sucesso, mas que veio do Industrial.
Eu lembro muito bem quando o Industrial ia jogar a tarde, na parte da manha nós estávamos engraxando as chuteiras todinhas, botando todas selecionadas com os nomes dos jogadores.
O Ingaense: Em relação à disputa, por exemplo, existia rincha, o preconceito entre o Industrial e o América, entre os jogadores, havia algum tipo de tratamento pejorativo entre eles?
Marcos Antônio de Oliveira Silva: Não. Simplesmente quem era do lado de cá não passava para o lado de lá. Era guerra, era guerra... Jogadores do Industrial não passavam da ponte. E eu lembro que tinha um jogador do Industrial que foi do América e morava lá no Emboca e ele vinha por traz, onde é o Zabelê, por ali, pra treinar porque ele não podia passar na rua. Era briga, era desmantelo. Não houve mortes, graças a Deus, porque, a história não era pra haver morte.
O Ingaense: Havia brigas no meio de campo?
Marcos Antônio de Oliveira Silva: Era quebra pau grande. Eram brigas, muitas brigas. Era muita rivalidade, principalmente se o América perdesse. A história do Industrial e América é uma história muito bonita. É uma história que hoje, como você esta pensando: resgatar e fazer esse livro, a história do Industrial tem que ser publicada, tem que mostrar a muitos jovens como o esporte deve ser respeitado... Eu digo a você que eu era o goleiro do Industrial, não era o melhor goleiro mais o meu joelho saia sangue, porque lá, o campo do Industrial era como um calçamento era como um asfalto. Mas isso não importava, Eu ia numa bola como quem tava indo num colchão de mola, porque eu tava defendendo o nome do Industrial. Naquela época um jovem que vestisse a camisa do Industrial ou do América titular tremia...Tem a história do Industrial ainda... Ai o que eu digo a você é que a história do Industrial é uma história muito bonita. E tem história escrita ai. Tem pessoas que já tem a história arquivada, não sei onde. Quando você falou o nome de Goipada, Eduardo é uma das pessoas que tem.
PARTE DO ESTATUTO DO INDUSTRIAL, PUBLICADO NO JORNAL FOLHA DE ITABAIANA

Eu mostro a você aqui fotos com traves de madeira. Essa trave de madeira, eu lembro como se fosse hoje. Quando estavam botando essas traves de madeira, parecia que estavam levantando um circo com alta fama no mundo, isso porque não conseguiram. Depois que Zenildo conseguiu num engenho aqueles canos que eram usados lá no engenho e botou a primeira trave de mental no campo, mas a primeira trave do Industrial era de madeira. E o muro era engraçado, era de aveloz e já tinha menino contratado para pegar a bola que ficava engalhada. E outra coisa. Uma das coisas que achava bonito no Industrial daquela época era a participação das famílias, dos jovens. Quando eu namorava com Nenen, iam para o campo aquelas moças, jovens senhores, as famílias participavam, tanto no campo do América, o América sempre mais movimentado, que a comunidade lá da rua aberta participava muito mais.
O Industrial tinha madrinhas que saiam na frente com as bandeiras. Era o Industrial acompanhado e o América com Bandas de Musica. Eram coisas que a cidade participava. Fogos eram muito difícil que naquela época não tinha. Mas a maior alegria era a banda de musica acompanhando aqueles dois times de futebol e a animação da cidade. Era um acontecimento.
Eu não me considero um sócio ou dono do Industrial. Eu me considero um filho ou um irmão que viu o Industrial nascer. E praticamente como eu disse a você da carne. Eu carregando as roupas..., os meninos naquela época eram engraçado... Eu antes de ser um goleiro do Industrial eu era de juvenil, que o Industrial tinha jogos,... os meninos, agente carregava as chuteiras dos jogadores para ele botarem agente dentro de campo. Não tínhamos dinheiro, as vezes para entrar, ai pegava a chuteira daquele jogador famoso do Industrial, o titular era um jogador famoso. Ai levava a chuteira dele, ai chegava lá – a chuteira de Biu Baú, ou de João Cachaça, quem fosse – e entrava. Eu sei que o amor pelo Industrial era tão grande que a gente fazia tudo pelo Industrial. Quantas e quantas vezes a gente ia para lá no final de semana, se reunia a diretoria – naquele tempo tinha prestação de contas, por que havia amor pelo Industrial.
Essa entrevista, apesar de ter sido realizada no ano de 2013, nos deixa a impressão que é bastante atual por que mostra de uma forma renovada e viva o amor que um dos sócios deste clube tem vivo e crescente e latente por esta associação.

Essa entrevista ainda nos mostra que apesar das últimas pesquisas históricas que vem sendo realizadas no município do Ingá, no sentido de resgatar e escrever o passado da cidade.... Ainda tem muito que se escrever, saber e se dizer sobre nós INGAENSES!

6 comentários:

  1. É Com enorme prazer de ver uma história como essa...

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    1. Muito obrigado meu companheiro Kelvin. Esse é o proposito do trabalho do nosso blog, trazer aquilo que mais nos emociona que é a nossa história, nossa identidade...

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  2. onde encontraste esse jornal alexandre? ta com vc?

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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