domingo, 18 de junho de 2017

A MALDIÇÃO DA CULTURA DA FOFOCA: Quem nunca falou da vida alheia que atire a primeira pedra!

Como a vida e desleal!
Enquanto os atores da Globo e milhões de artistas passam a vida inteira correndo atrás e lutando pela fama, e por consequência, por um espaço na "Telinha", onde possam aparecer e serem reconhecidos por um público. 

Nas pequenas cidades do interior as pessoas simples e de hábitos cotidianos não precisam fazer nada para serem vistas ou notadas.... É só cair no gosto de velhotas fofoqueiras e desocupadas e com uma vida tão amarga e cheia de problemas…, que necessitam se ocupar da vida alheia para suportar o tédio exacerbado e o peso de sua infelicidade...

Como Historiador que sou de fato e de direito, analisando as multiplicidades e as particularidades da cultura do nosso município (INGÁ), percebi uma singularidade irritante, depreciativa e epidêmica (já que trato a fofoqueira como um ser dúbio que oscila entre o cultural e o psíquico) na postura de mulheres que dedicam a sua vida a destrinchar enredos extremamente criativos, que causam inveja aos mais famosos e talentosos roteiristas hollywoodianos. Pois bem, como o assunto é de meu interesse (POIS ESTOU PESQUISANDO ESSA ANOMALIA QUE SERÁ TEMA DE UM DOS MEUS PROXIMOS TRABALHOS A SEREM PUBLICADOS) descobri recentemente que o que pode causar o ator de FOFOCAR pode ter tratamento, pois trata-se de uma doença (distimia). Veja o que a Wikipédia diz a esse respeito:


"O termo distimia originalmente se referia a uma condição psiquiátrica clínica. O radical grego dys- do termo significa "defeituoso, anormal ou irregular"; ao passo que o sufixo thymia refere-se ao timo, um órgão linfático que está localizado na porção anterossuperior da cavidade torácica, e que se acreditava estar associada ao controle do humor.
Essa interpretação inicial referia-se a uma visão distorcida da realidade pelo paciente. Ele, por exemplo, se sentia como alguém que sabe o que os outros pensam ou compreendia uma dinâmica social subjacente que não é a real. Esse padrão de pensamento pelos pacientes os levou a serem vistos como profetas ou curandeiros altamente intuitivos. Desse modo, as pessoas imaginavam que eles sentiam hostilidades, ressentimentos ocultos que não existiam.
Essas pessoas frequentemente enfrentavam desavenças sociais por causa de seus contínuos julgamentos distorcidos, resultado de seus sentimentos anormais.
Essa definição de distimia costuma ser usada para diversas desordens, as quais podem muito provavelmente ser consequências de comportamento antissocial".

Já imaginaram se esses seres curiosos e extremamente inventivos resolverem procurar um profissional para curarem a sua patologia? O que será de nós? 

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