segunda-feira, 11 de junho de 2018

ALUNO DO LUIZ GONZAGA BURITY É APROVADO EM 1º LUGAR NO GIRA MUNDO E VAI PARA A ESPANHA


Anderson Tertuliano Ferreira, aluno da E.E.E.M.Luiz Gonzaga Burity do Ingá é aprovado em primeiro lugar no Gira Mundo.
Anderson é aluno do anexo do Luiz Gonzaga Burity em Chã dos Pereira e mora em Pontina, distrito do Ingá.
ALUNO DO LUIZ GONZAGA BURITY, ANDERSON TERTULIANO É APROVADO EM 1° LUGAR PARA  A ESPANHA NO PROJETO GIRA MUNDO


Com muito esforço e estudo, Anderson provou que pra se dar bem na vida, a sorte é apenas um detalhe.
OBS: ACABEI DE DAR A NOTICIA A ELE RSRSR ELE AINDA NÃO SABIA O RESULTADO
PARABÉNS ANDERSON. E agora você só não vai pra Espanha se não quiser!
http://paraiba.pb.gov.br/educacao/giramundo/

ANDERSON E LUANA TERTULIANO

De acordo com o edital (http://static.paraiba.pb.gov.br/2018/01/Edital-N%C2%BA002.2018-PROGRAMA-GIRA-MUNDO-ESTUDANTE.pdf) que rege as normas e as regras de seleção e inclusão de alunos da Rede Estadual de Ensino no programa, tais educandos, entre outros aspectos devem estar:

2.1. Os requisitos comuns necessários para o aluno participar do processo seletivo são os seguintes:

a)Ter no mínimo 14 anos de idade até o dia primeiro de julho de 2018 e no máximo 17 anos até o dia primeiro de julho de 2018;

b)Ter cursado o primeiro ano no ensino médio regular, normal médio, semi-integral, integral ou médio integral integrado à educação profissional das escolas públicas da rede estadual de ensino da Paraíba em 2017;

c) Estar regularmente matriculado no segundo ano do ensino médio regular, normal médio, semi - integral, integral ou médio integral integrado à educação profissional das escolas públicas da rede estadual de ensino em 2018;

d) TER OBTIDO, ao longo do primeiro ano do ensino médio, a FREQUÊNCIA MÍNIMA DE 85% (oitenta e cinco) nas aulas regulares da escola de ensino médio em que esteja matriculado;

e) TER ALCANÇADO A MÉDIA MÍNIMA DE 7,0 (sete) pontos no desempenho acadêmico escolar na disciplina de Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Matemática no primeiro ano do ensino médio.

            Gostaria aqui e externar todo o orgulho, que nós professores sentimos de vocês!

USANDO RESTOS DE COMPENSADO DE GUARDA ROUPA E TINTA GUACHE, OS ALUNOS DA E.E.E.M LUIZ GONZAGA BURITY CONSEGUIRAM EM DOIS DIAS RESGATAR AS IDENTIDADES CULTURAIS DO INGÁ E ARRANCAR O 2º LUGAR NO ESTIVAL DE ARTE DA 12° REGIÃO, EM DISPUTA COM MAIS 10 ESCOLA DO ESTADO DA PARAÍBA


Muito feliz e sentindo um orgulho danado desses meninos. Depois de muito esforço, “brigas” e risadas, conseguimos chegar juntos e unidos a etapa regional da 12º Região de Ensino, como uma das 10 escolas escritas nas categorias: Dança, artes visuais e literatura.





 Mesmo com todas as dificuldades que enfrentamos juntos, vocês conseguiram dar o melhor que tinham, e isso me fez ter muito orgulho de vocês.
Nas três categorias defendidas pelos alunos (e sob a orientação do professor Alexandre Ferreira) do Luiz Gonzaga, as identidades culturais do Ingá eram temas trabalhados.
Na dança, os alunos mostraram que não é preciso esquecer suas raízes para se colocarem como parte dessa cultura de massa que domina a contemporaneidade.
Na literatura, Davi e Matheus mostraram a importância de se preservar a cultura como forma de sobrevivência humana.
Nas artes visuais  Rennan e José Domingos ( Junior) conseguiram mostrar a conectividade das  4 identidades do Ingá, conseguindo no festival o 2º lugar.
Parabéns meninos. Muito orgulho de vocês.

Modalidades:

DANÇA


LITERATURA:

NOS CONTOS DE NOSSA  GENTE AS IDENTIDADES DE PERTENCE NOS DIZ O QUE É SER INGÁ

Autores: Davi & Matheus

Canto de “moi” arretados
É a cidade do Ingá
Com sua rica cultura
Que eu consigo lembrar
Mas não tirem conclusões
E nem criem aflições
Pois dela eu vou falar

Não sei se a tal da cultura
Foi feito pra emocionar
Pois choro quando escuto
Os contos desse lugar
Carnaval e são João
A páscoa é tradição
Nós temos que festejar

Daí surge de uma casa
Um homem chamado João
Que era especial
Mas também um fanfarrão
Porém nunca esquecia
Que nessa cidade havia
Uma grande tradição

João é um adolescente
Que adora estudar
E mora nessa pequena
Cidade de arrepiar
E acredita que um dia
A mocidade viria
Que ele tem muito a mostrar

E João sonha que um dia
O povo desse local
Se identifique ingaense
Pra ele não ficar mal
E isso principalmente
Ocorra frequentemente
Com esse povo normal

Organizava projetos
Principalmente na escola
Pra falar do município
E repassar a história
Mas ele ouvia casos
Que sempre era escutado
Que jovem nenhum da bola

Nos projetos de João
Tema é o que não faltava
O mata nego, ouro branco
Outras histórias contadas
E não se pode esquecer
Da música aparecer
E das Itacoatiaras

Mas ele se recordava
De sempre viver a cantar
Amava a música regional
Principalmente a do Ingá
Quando a 31 de março
Passava pelo seu bairro
E estava a tocar.

Banda 31 de março
Uma banda de respeito
Quando um som ela tocava
Subia o seu conceito
Estava predestinada
A ser uma banda arretada
Contendo muito contexto

Integrantes sorridentes
Porém levava a sério
O seu trabalho da banda
Não continha um mistério
Tocava uma sinfonia
Que todo mundo sorria
Ia crescendo o império

Melhor fase da cidade
No bairro da estação
Na década de quarenta
Com a sua exportação
A famosa Anderson Clayton
Ouro Branco, não esqueçam
E seu império de algodão

O local do Mata nego
Bem distante da cidade
Onde o senhor Ludovico
Abusava da maldade
Em todos botava medo
Não existia respeito
Com os negros da cidade

Duas coisas que marcaram
A fazenda mata nego
O escapa e o arrasto,
Mas não era por seu medo
O escapa pra escapar
O arrasto pra deixar
Os corpos dos pobres negros

Um último patrimônio
Porém não mais importante
A pedra Itacoatiara
Com a história alarmante
A enorme tradição
De quem vem nesse mundão
Visitar por um instante

Os desenhos fixados
Tem uma grande importância
Pois nele está retratado
O que em tempos tem distância
Sabe é muito legal
Ver que nesse historial
Cultura é predominância

Mas eu sei que se perguntam
Onde está o João
Teve foi que viajar
Pra longe do coração
A cidade do Ingá
Teve que ela deixar
E perder a evolução

Ao chegar em outra cidade
Ele se pôs a pensar
Que mesmo longe daquilo
Nunca mais ia chorar
Pois aquela linda cultura
No coração está pura
Esquecer tudo? Não dá!
                       
E saiu de mundo a fora
Falando de sua cidade
Que quem mora por ali
Tem cultura de lealdade
Mas faltava aprender
Que nenhum queria ser
Ingaense de verdade

Essa foi a bela história
Da cidade do Ingá
Espero que vocês gostem
Dessa cultura de lá
Tenha um belo Festival
E os convido de bruços
A cidade visitar!



ARTES VISUAIS : Representação das 4 identidades culturais do Ingá - Pinturas em guache

Autores: Renan e Junior



Projeto

TÍTULO: IDENTIDADE: as representações culturais que conectam um povo
APRESENTAÇÃO:
O nosso projeto: IDENTIDADE: as representações culturais que conectam um povo, busca aproximar os alunos da cultura do município do Ingá, por meio do reconhecimento e da valorização das representações e movimentos culturais que representam, ou representou a identidade cultural do povo do município no decorrer do processo de sua formação histórica.
Como forma de melhor representar essa identidade local, buscamos nas modalidades artes visuais, dança e literatura, uma maneira de demostrar os valores e a cultura desse povo, partindo do pressuposto de que o povo ingaense se valeu de quatro identidades culturais (a identidade da violência, a identidade do algodão, a identidade da musicalidade, e, por fim a identidade turística ou identidade das Itacoatiaras).
Na modalidade ARTES VISUAIS, os alunos  e irão apresentar essas identidades por meio de desenhos/pinturas em telas, sob a orientação do Professor de arte, Alexandre Ferreira.
Na modalidade dança, os alunos  Irão apresentar a cultura e a identidade local por meio de performance coreografada que levem ao entendimento dos elementos culturais que representam o povo ingaense. Assim como na modalidade anterior, a dança terá como orientador, o professor de arte, Alexandre Ferreira.
O intuito desse projeto é promover uma interação dos educandos da Escola Estadual de Ensino Médio Luiz Gonzaga Burity com a cultura do seu município, levando-os a reconhecer e valorizar suas raízes.
JUSTIFICATIVA:
Quando nos propomos a trabalhar a conectividade como elemento fundamental de inclusão e comunicação da atual sociedade da qual fazemos parte, as vezes não lembramos, ou somos “ forçados” a esquecer que a tecnologia sem o uso de um filtro capacitador ou orientador, exclui mais que do pode incluir. Percebemos isso quando cotidianamente em sala de aula, quando temos que parar a apresentação do conteúdo para “pedir” aos alunos que deixem o celular por um instante, e voltem a prestar atenção na aula. Nesse sentido, o “estar conectado”, desconectou o aluno daquilo que realmente interessava naquele momento, que era a aquisição do conteúdo trabalhado sistematicamente em sala de aula pelo professor.
O termo conectar é abrangente, e não significa apenas estar conectado a uma rede de computadores e ter acessos diversos a conteúdos oferecidos por ela.
Estar conectado vai além, e precisar ser visto como algo que se constrói a partir das vivencias coletivas de um grupo ou de uma comunidade. Nesse sentido, é importante lembrar que os movimentos e a representações culturais de determinada sociedade é o que vai possibilitar a ela um sentimento de pertencimento e união. Por isso é tão importante a preservação da cultura popular (da dança, da música, da literatura, da pintura, ...)
A arte é necessária para que o homem se torne capaz de conhecer e mudar o mundo. Mas a arte também é necessária em virtude da magia que lhe é inerente. [...] A magia da arte em que, nesse processo de recriação, ela mostra a realidade como passível de ser transformada, dominada e tornada brinquedo (FISCHER, p. 20 e 252).
O que pretendemos propor com este trabalho é que a ideia de conectividade entre os jovens não os afastem da conectividade que deveriam manter com suas raízes, com sua cultura. Que os aparelhos eletrônicos não os afastem das outras pessoas que estão ao seu lado. Que o contato visual e afetivo não se torne uma lembrança do passado, onde só são lembradas por meio de contatos online e conversas por whatsapp.
Segundo Mirian Celeste Martins:
Mais do que falar de conteúdo, as aulas de Arte devem fazer com que o aluno estabeleça relações entre o mundo e a maneira como o homem o percebe ao longo do tempo. Lidar com arte é construir um olhar cada vez mais sensível e crítico para perceber como os elementos estéticos trazem significados diversos.1

Nesse sentido pretende-se mostrar aqui que a acessibilidade por meio das redes sociais, não pode e não precisar excluir outras formas mais tradicionais e afetivas de se conectar ao mundo e as pessoas.


terça-feira, 5 de junho de 2018

LA BANCA: O Indiana Jones que teve o tempo perdido!


A  falta de memória e ingratidão do ingaense para com aqueles que buscam valorizar a sua história não é novidade.
 Em Ingacity, não é de hoje que se tem ruas, monumentos, praças e prédios públicos homenageando até a “mãe de Pantanha”, menos a quem trouxe reconhecimento e valor cultural para o município.
La Banca e o e prefeito do Ingá,Zé Grande, no arquivo municipal do Ingá, 1976. Arquivo pessoal de Alexandre Ferreira

Creio eu que se não houvesse a insistencia em lembrar aqui em nosso Blog sobre a sua existência (mesmo tendo ele feito um grande trabalho de construção, resgate e valorização da cultura local), mesmo ainda sendo vivo na memória do povo. Ninguém lembraria do Grande La Banca, o homem que criou os primeiros roteiros turísticos para o Ingá, e popularizou as Itacoatiaras a partir de sua associação aos símbolos oficiais do município.
Como base de seu projeto de valorização, preservação e difusão da cultura ingaense, Reynaldo Jônatas La Banca teve o incondicional apoio do ex prefeito José Claudino da Silva (Zé Grande).
Hoje nos questionamos: Por que será que no Ingá as bibliotecas, os museus, os centros culturais, os teatros... nenhum deles traga como identificador o nome de La Banca?
Mas como tais espaços poderiam trazer o nome de tal pesquisador se as suas existências são meras convicções*?
É importante que lembremos que foi graças ao trabalho de La Banca que as pedras se tornaram símbolo do município e o Ingá pode ser reconhecido mundialmente por causa delas...
________________________
* Exceção o museu de história natural nas Itacoatiaras. 


segunda-feira, 4 de junho de 2018

CONCURSO DE REDAÇÃO DO BLOG O INGAENSE: Opinião

De acordo com o pensador Nicolau Maquiavel "Há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis".
PRIMEIRA EDIÇÃO ESGOTADA: A PREMIAÇÃO SE DARÁ COM LIVROS DA SEGUNDA EDIÇÃO

A QUESTÃO É A SEGUINTE: QUE RELAÇÃO PODEMOS ESTABELECER ENTRE: O PENSAMENTO DE MAQUIAVEL, A POLÍTICA DO PÃO E CIRCO (ATUALMENTE PODE SER CARACTERIZADA POR ESPETÁCULOS PÚBLICOS COM DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS, " COMIDA" E MUSICA), CORRUPÇÃO E DESVIOS DE DINHEIRO E VERBAS PUBLICAS E O VOTO?
OBS: A MELHOR RESPOSTA, E AQUELA QUE TIVER MAIS LIKE GANHAM UM LIVRO DE HISTÓRIA DE INGÁ.
SERÁ CONSIDERADA A MELHOR AQUELA ONDE OS ARGUMENTOS RESPONDEREM TODOS OS QUESITOS DA QUESTÃO DE FORMA SATISFATÓRIA .

AS MELHORES RESPOSTAS ALÉM DE SEREM PREMIADAS  COM UM LIVRO, NÓS DO INGAENSE A PUBLICAREMOS EM NOSSO BLOG.



                                                                                                                               Boa  Sorte!

sexta-feira, 1 de junho de 2018

A Majestade pede Socorro!


Símbolo da transição entre o Império e a República no Ingá, o açude do Zabelê foi construído com o intuito de amenizar os efeitos da seca e acalmar a sede e a fome do povo do Ingaense.
AÇUDE DO ZABELÊ. FOTO: ALEXANDRE FERREIRA

Nesse palco de transição de poder e disputas políticas encontrava-se o povo pobre, faminto e alienado, de um lado. E do outro, beatos e coronéis manipulando a massa de ignorantes como instrumentos de preservação de suas conquistas e de seus lugares de poder.
FOTO: ALEXANDRE FERREIRA 

Construído, o Zabelê significou fartura. As suas águas de fato não mataram a sede do povo, mas em contrapartida amenizou a fome de muita gente e deu de beber a muito gado  de coronel.
Hoje, quase biCENTENÁRIO, o Zabelê como tudo aquilo que simboliza ou representa a nossa história, suspira e geme doente.... No entanto mesmo se arrastando capenga, ainda encontra forças para alimentar a sua gente!
FOTO: ALEXANDRE ERREIRA

O assoreamento do Açude do Zabelê é uma realidade. A destruição de sua vegetação ciliar é outra realidade criminosa que muitos se fingem de cego para não ver!
FOTO: ALEXANDRE FERREIRA

Até quando vamos fechar os olhos para aquilo que nos representa?
Até quando “os matutos” os desapegados da cultura, da história e do saber se fingiram de modernos para não fazer nada?



quarta-feira, 4 de abril de 2018

EM SEU NIVER O INGAENSE TOMA DE PRESENTE UM DOS GRANDES DO INGÁ: ZÉ GRANDE


Hoje, no primeiro aniversário de nosso Blog o Ingaense viemos a publica homenagear, em forma de reconhecimento, um dos grandes do nosso município.
Grande na altura, grande na bravura, grande no caráter... grande naquilo que ele soube melhor fazer durante o pouco tempo que governou o Ingá, ou melhor, urbanizou o Ingá.

Homem simples, porém, de muitos projetos, Zé Grande, como era conhecido o ex-prefeito de Ingá (1977/1981) pode ser considerado um homem a frente de seu tempo, visto que foram idealizados por ele projetos de criação de roteiros turísticos de visitação das Itacoatiaras e do município, loteamento e distribuição de terrenos, calçamento de ruas e saneamento de água...

Na pavimentação das ruas, na construção de obras públicas municipais, Zé Grande, sempre encontrava um tempo para ver de perto o andamento desses trabalhos.
Dentre as obras criadas pelo ex-prefeito José Claudino da Silva, podemos destacar:


·         O Brasão do município do Ingá foi oficializado pelo ex-prefeito José Claudino da Silva (1977-1981). Ele é usado como timbre nos papéis e documentos oficiais emitidos pelos vários órgãos que compõe a administração municipal, como também em fardamentos escolares, nos veículos pertencentes ao poder municipal e nos prédios públicos.


O Brasão é composto por um escudo de fundo verde, sob o qual traz escrito em letras amarelas, na parte superior, o nome Ingá. No centro do escudo vê-se um símbolo que faz alusão ao monumento Itacoatiaras do Ingá. Na parte Inferior do escudo, encontra-se escrito PB, ou seja, Paraíba, Federação a qual pertence o município do Ingá.
·         A Bandeira Ingaense, foi criada em 20 de maio de 1977, na gestão do então prefeito municipal José Claudino da Silva (Zé Grande), que através da Câmara de Vereadores, aprovou a Lei nº. 03, de 20 de maio de 1977, criando assim a bandeira oficial e o atual brasão do município do Ingá. Para compor a Bandeira, o seu autor, o professor Carlos Heriot Fernandes da Silva, buscou inspiração nas famosas inscrições rupestres Pedras Itacoatiaras do Ingá, detalhe este que se pode perceber no centro da bandeira. Além dessa particularidade pioneira de se utilizar um dos símbolos da Pedra Itacoatiara para representar o município do Ingá, a bandeira ainda traz, por meio de suas cores (azul, branco, verde e amarelo) e formas geométricas, uma aproximação estética com a bandeira Nacional.

·         Dia da Bandeira do Ingá - Ainda na administração do prefeito José Claudino da Silva (Zé Grande), através do decreto nº. 01 de 25 de abril de 1978 foi criado o Dia da Bandeira do Ingá. A partir deste decreto ficou instituído que no dia 02 de maio comemora-se o dia da Bandeira municipal do Ingá.
·         Hino de Ingá
Ingá, teu cruzeiro e marco de fé
Ingá, tua igreja representa o amor (BIS)
Ingá, estas firmes e sempre de pé
Relembrando o teu grande fundador (BIS)
Es cidade do tempo passado que envolve.
Os teus filhos de glória
Es cidade que tens no teu lado
Os sepulcros de saudosas memórias.
Letra e Música 1ª Sgt. José Maia do Nascimento
·         Hino da Bandeira do Ingá
Ó pavilhão
Estandarte querido
Por ser um povo unido que sempre te quis
Tua presença representa a glória
E nos lembra a história desta gente feliz
Simbolizas um povo altaneiro
Bravo forte hospitaleiro
Teu brasão tem uma história honrada
E nos fala da Pedra Lavrada
Monumento que Ingá apresenta
Com orgulho e amor varonil
Tuas cores alegres nos lembram
A bandeira do nosso Brasil
Ó bandeira de Ingá és um grito
Que ao longe irá escoar
Dos tropeiros herdaste um nome
Que os teus filhos irão exaltar
Recebei ó bandeira querida!
O amor desta gente a cantar
Que te elevem bem alto
E que sejas deste povo
A grandeza, o altar.
Letra de Maria de Jesus Pinto
A letra do Hino da Bandeira do Ingá foi composta pela professora Maria de Jesus que se inspirou em elementos caracterizadores da história do município, tais como a pedra Itacoatiara, os tropeiros que teriam dado origem ao povoamento do lugar, o patriotismo que é lembrado nas cores da bandeira do Ingá e a hospitalidade do povo ingaense.
Nós do Blog O Ingaense, em nosso aniversario de um ano de existência, escolhemos honrosamente homenagear o INGAENSE José Claudino da Silva (Zé Grande).
Lembrando que: “O homem de valor nunca morre. Seus exemplos e suas obras atestam a sua imortalidade”. (Hélder Sena de Sousa).